{"id":988818,"date":"2025-09-12T14:48:00","date_gmt":"2025-09-12T17:48:00","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=988818"},"modified":"2025-09-12T14:48:00","modified_gmt":"2025-09-12T17:48:00","slug":"encontro-bispos-lusofonos-colaboracao-e-partilha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/encontro-bispos-lusofonos-colaboracao-e-partilha\/","title":{"rendered":"Encontro dos bispos lus\u00f3fonos reitera import\u00e2ncia da colabora\u00e7\u00e3o e partilha entre as Igrejas que falam portugu\u00eas"},"content":{"rendered":"<p>Bispos de oito pa\u00edses que falam a L\u00edngua Portuguesa estiveram reunidos de 9 a 12 de setembro, em Lisboa, Portugal, para o XVI Encontro de Bispos dos Pa\u00edses Lus\u00f3fonos. O encontro foi conclu\u00eddo em F\u00e1tima com a participa\u00e7\u00e3o na Peregrina\u00e7\u00e3o Internacional Anivers\u00e1ria, no Santu\u00e1rio de Nossa Senhora de F\u00e1tima. Nesta sexta-feira, foi divulgado o documento conclusivo do encontro, no qual eles reiteram &#8220;a <span style=\"font-size: 16px;\">import\u00e2ncia da colabora\u00e7\u00e3o e partilha entre as Igrejas que falam portugu\u00eas&#8221;.<\/span><\/p>\n<p>O objetivo do encontro foi partilhar a realidade e o futuro da Igreja em cada pa\u00eds; partilhar e debater internamente boas pr\u00e1ticas pastorais e organizacionais; identificar programas concretos de parceria e coopera\u00e7\u00e3o entre as Igrejas; refletir sobre o papel da Igreja na constru\u00e7\u00e3o da paz, atrav\u00e9s da viv\u00eancia fraterna da hospitalidade. O Jubileu 2025 e a implementa\u00e7\u00e3o do S\u00ednodo tamb\u00e9m foram tem\u00e1ticas refletidas.<\/p>\n<p>Os bispos lamentaram as guerras em curso, &#8220;que tiram a dignidade da vida de milh\u00f5es de pessoas em\u00a0diferentes regi\u00f5es do mundo&#8221;.<\/p>\n<blockquote><p>&#8220;Rezamos pelos povos que s\u00e3o v\u00edtimas das extremas viol\u00eancias e mortes, e apelamos aos l\u00edderes pol\u00edticos que acabem as guerras e estabele\u00e7am o di\u00e1logo para a edifica\u00e7\u00e3o da paz&#8221;.<\/p><\/blockquote>\n<p>De forma especial, manifestaram &#8220;profunda solidariedade e apoio para com o povo de Cabo Delgado (Mo\u00e7ambique), desde 2017 v\u00edtima de b\u00e1rbaros atos de viol\u00eancia, destrui\u00e7\u00e3o e morte, que veementemente condenamos&#8221;. Os bispos exortaram a comunidade internacional &#8220;a contribuir para uma efetiva situa\u00e7\u00e3o de paz em Cabo Delgado&#8221;.<\/p>\n<p>Do Brasil, participou o arcebispo de Olinda e Recife (PE) e segundo vice-presidente da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Paulo Jackson N\u00f3brega de Sousa.<\/p>\n<p>Confira abaixo a carta na \u00edntegra:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote>\n<h2>XVI Encontro de Bispos dos Pa\u00edses Lus\u00f3fonos: Comunicado final<\/h2>\n<p>12 Setembro, 2025<\/p>\n<p>1. Sob o lema \u201cviver a paz na hospitalidade\u201d, decorreu em Lisboa (Portugal), de 9 a 12 de setembro de 2025, o XVI Encontro de Bispos dos Pa\u00edses Lus\u00f3fonos, que terminou em F\u00e1tima com a participa\u00e7\u00e3o na Peregrina\u00e7\u00e3o Internacional Anivers\u00e1ria de 12 e 13 de setembro. Participaram no encontro as seguintes delega\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<ul>\n<li>Angola: D. Jos\u00e9 Manuel Imbamba, Arcebispo de Saurimo e Presidente da Confer\u00eancia Episcopal de Angola e S. Tom\u00e9 (CEAST), e D. Maur\u00edcio Agostinho Camuto, Bispo de Caxito e Secret\u00e1rio-Geral da CEAST;<\/li>\n<li>Brasil: D. Paulo Jackson N\u00f3brega de Sousa, Arcebispo de Olinda e Recife, 2.\u00ba Vice-Presidente da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB);<\/li>\n<li>Cabo Verde: D. Ildo Fortes, Bispo de Mindelo;<\/li>\n<li>Guin\u00e9-Bissau: D. Jos\u00e9 Lampra C\u00e1, Bispo de Bissau;<\/li>\n<li>Mo\u00e7ambique: D. In\u00e1cio Saure, Arcebispo de Nampula e Presidente da Confer\u00eancia Episcopal de Mo\u00e7ambique (CEM), D. Jo\u00e3o Carlos Hatoa Nunes, Arcebispo de Maputo e Vice-presidente da CEM, e D. Os\u00f3rio Citora Afonso, Bispo de Quelimane e Secret\u00e1rio da CEM;<\/li>\n<li>Portugal: D. Jos\u00e9 Ornelas Carvalho, Bispo de Leiria-F\u00e1tima e Presidente da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa (CEP); D. Virg\u00edlio Antunes, Bispo de Coimbra e Vice-Presidente da CEP, P. Manuel Joaquim Gomes Barbosa, Secret\u00e1rio da CEP, Jorge L\u00edbano Monteiro, Presidente da Funda\u00e7\u00e3o F\u00e9 e Coopera\u00e7\u00e3o (FEC), e Ana Patr\u00edcia Fonseca, Diretora da FEC;<\/li>\n<li>Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe: D. Jo\u00e3o Nazar\u00e9, Bispo de S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe;<\/li>\n<li>Timor-Leste: D. Norberto do Amaral, Bispo de Maliana e Presidente da Confer\u00eancia Episcopal Timorense (CET), e P. Levinson da Concei\u00e7\u00e3o Verdial, Secret\u00e1rio particular de D. Norberto.<\/li>\n<\/ul>\n<p>2. O Encontro decorreu em esp\u00edrito de ora\u00e7\u00e3o e fraternidade entre todos os participantes, num desejo de partilha, aprendizagem m\u00fatua e colabora\u00e7\u00e3o, permitindo atingir os objetivos que tinham sido definidos: partilhar a realidade e o futuro da Igreja em cada pa\u00eds; partilhar e debater internamente boas pr\u00e1ticas pastorais e organizacionais; identificar programas concretos de parceria e coopera\u00e7\u00e3o entre as Igrejas; refletir sobre o papel da Igreja na constru\u00e7\u00e3o da paz, atrav\u00e9s da viv\u00eancia fraterna da hospitalidade. Uma tem\u00e1tica refletida nos relevantes contextos eclesiais que estamos a viver: celebra\u00e7\u00e3o do Jubileu 2025 como \u201cperegrinos de esperan\u00e7a\u201d e fase de implementa\u00e7\u00e3o do S\u00ednodo 2025-2028.<\/p>\n<p>3. Na sess\u00e3o de abertura, com a presen\u00e7a da comunica\u00e7\u00e3o social, D. Jos\u00e9 Ornelas afirmou que \u201ca partilha mission\u00e1ria entre as nossas Igrejas constitui uma das realidades que nos desafiam no processo sinodal que estamos a percorrer em todo o mundo, tanto no que toca aos recursos humanos e materiais, como na forma\u00e7\u00e3o de agentes pastorais, na troca de experi\u00eancias de evangeliza\u00e7\u00e3o e no nosso comum empenhamento na justa fraternidade entre os nossos povos\u201d.<\/p>\n<p>Na mesma sess\u00e3o, D. Jos\u00e9 Manuel Imbamba desejou \u201cque as Igrejas de express\u00e3o portuguesa pretendem ser pontes que unem, Igrejas que acolhem e partilham as riquezas infinitas que brotam do amor divino, para que a ningu\u00e9m falte o alimento necess\u00e1rio para viver na dignidade dos filhos de Deus; pretendem fazer da hospitalidade um caminho indispens\u00e1vel para a promo\u00e7\u00e3o da cultura do encontro enriquecedor, do abra\u00e7o acolhedor, da inclus\u00e3o dignificante, do di\u00e1logo integrativo, da justi\u00e7a restauradora, do amor renovador e da paz libertadora; pretendem, enfim, testemunhar e mostrar ao mundo que \u00e9 poss\u00edvel o conv\u00edvio de culturas, \u00e9 poss\u00edvel trabalharmos todos por um mundo mais humano e fraterno e multirracial\u201d.<\/p>\n<p>4. Da partilha de experi\u00eancias e perspectivas das comunidades na di\u00e1spora nos pa\u00edses de acolhimento, destacamos alguns desafios sociais e pastorais, em atitude fraterna e em perspectiva de esperan\u00e7a:<\/p>\n<p style=\"padding-left: 40px;\">a. Import\u00e2ncia da evangeliza\u00e7\u00e3o de modo renovador num dinamismo sinodal como ess\u00eancia da nossa identidade e miss\u00e3o;<br \/>\nb. Relev\u00e2ncia do processo sinodal como comunh\u00e3o, participa\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o, na escuta do Esp\u00edrito e uns dos outros, em ordem \u00e0 renova\u00e7\u00e3o e \u00e0 convers\u00e3o pastoral das comunidades crist\u00e3s e organismos eclesiais nas nossas Igrejas;<br \/>\nc. Defini\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es e crit\u00e9rios de colabora\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao interc\u00e2mbio de padres e agentes pastorais: exist\u00eancia de um protocolo entre a diocese que envia e a diocese que acolhe, envolvendo as confer\u00eancias episcopais como coordenadoras nesse processo; defini\u00e7\u00e3o do objetivo e projetos de modo concreto (estudo, forma\u00e7\u00e3o, trabalho pastoral, dura\u00e7\u00e3o da colabora\u00e7\u00e3o, etc.); previs\u00e3o de processos de inser\u00e7\u00e3o e incultura\u00e7\u00e3o, preparados pelas confer\u00eancias episcopais.<br \/>\nd. Necessidade de informa\u00e7\u00e3o objetiva e articulada sobre os institutos de vida consagrada que solicitam a sua presen\u00e7a nas nossas Igrejas locais.<br \/>\ne. Maior aten\u00e7\u00e3o ao acolhimento, prote\u00e7\u00e3o, promo\u00e7\u00e3o e integra\u00e7\u00e3o dos migrantes e refugiados por parte das comunidades na di\u00e1spora, respeitando a sua diversidade cultural e a dignidade de cada pessoa e de cada fam\u00edlia que migra, e lutando contra a legisla\u00e7\u00e3o que atenta a esses princ\u00edpios;<br \/>\nf. Exerc\u00edcio de uma pastoral de proximidade numa Igreja que sai ao encontro das pessoas e promove a transforma\u00e7\u00e3o da sociedade e das estruturas existentes;<br \/>\ng. Cuidado com a forma\u00e7\u00e3o dos sacerdotes e agentes pastorais, procurando-se sinergias e maior colabora\u00e7\u00e3o entre as nossas Igrejas;<br \/>\nh. Aten\u00e7\u00e3o particular aos jovens, em ordem ao seu acolhimento e inser\u00e7\u00e3o criativa na vida das nossas comunidades e organismos eclesiais;<br \/>\ni. Partilha de recursos humanos, formativos e materiais entre as nossas Igrejas, num efetivo trabalho em rede, coordenado pelas confer\u00eancias episcopais;<br \/>\nj. Urg\u00eancia de as nossas Igrejas serem prof\u00e9ticas e portadoras de esperan\u00e7a junto da sociedade, afirmando com clareza e coragem a verdade e a justi\u00e7a, combatendo as injusti\u00e7as sociais e todas as formas de pobreza, respeitando o Estado de direito democr\u00e1tico e o acesso ao desenvolvimento como caminho para viver a paz, a fraternidade e a hospitalidade.<\/p>\n<p>5. Em comunh\u00e3o com o Papa Le\u00e3o XIV, que apela a uma cultura de pontes, reconcilia\u00e7\u00e3o e paz (\u201cguerra nunca mais!\u201d), lamentamos vivamente as guerras em curso que tiram a dignidade e a vida de milh\u00f5es de pessoas em diferentes regi\u00f5es do mundo, especialmente na \u00c1frica, na Europa e no Pr\u00f3ximo Oriente. Rezamos pelos povos que s\u00e3o v\u00edtimas das extremas viol\u00eancias e mortes, e apelamos aos l\u00edderes pol\u00edticos que acabem as guerras e estabele\u00e7am o di\u00e1logo para a edifica\u00e7\u00e3o da paz.<\/p>\n<p>6. Manifestamos de modo especial a nossa profunda solidariedade e apoio para com o povo de Cabo Delgado (Mo\u00e7ambique), desde 2017 v\u00edtima de b\u00e1rbaros atos de viol\u00eancia, destrui\u00e7\u00e3o e morte, que veementemente condenamos. Exortamos de novo a comunidade internacional a contribuir para uma efetiva situa\u00e7\u00e3o de paz em Cabo Delgado.<\/p>\n<p>7. O encontro com o Presidente da Rep\u00fablica, que nos acolheu no Pal\u00e1cio de Bel\u00e9m, constituiu um momento importante dos nossos trabalhos. A mensagem que nos deixou e o di\u00e1logo conosco estabelecido refor\u00e7am a nossa aten\u00e7\u00e3o \u00e0 constru\u00e7\u00e3o da paz e da hospitalidade, o cuidado pelo acolhimento, inclus\u00e3o e acompanhamento dos migrantes, o respeito pela diversidade no contexto da liberdade religiosa, o combate \u00e0s indiferen\u00e7as e aos radicalismos, o cuidado da casa comum e da ecologia integral.<\/p>\n<p>8. Participamos no Col\u00f3quio \u201cFraternidade, novo nome para a Paz\u201d, celebrativo do 35\u00ba anivers\u00e1rio da FEC \u2013 Funda\u00e7\u00e3o F\u00e9 e Coopera\u00e7\u00e3o, organismo da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa. Num momento em que as rela\u00e7\u00f5es internacionais e o sentido de uma comunidade global est\u00e3o amea\u00e7ados e em que aumenta a tend\u00eancia para a defesa e protecionismo, \u00e9 fundamental restabelecer a diplomacia da fraternidade, assente na comunh\u00e3o, na coopera\u00e7\u00e3o e na rela\u00e7\u00e3o entre os povos, capaz de afirmar o bem comum, a dignidade humana, a coes\u00e3o e a paz mundial.<\/p>\n<p>9. Em atitude de escuta e di\u00e1logo tivemos a oportunidade de acolher os v\u00e1rios servi\u00e7os da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa, nalguns setores de atividade: quest\u00f5es sociais, justi\u00e7a e paz e C\u00e1ritas; pastoral das migra\u00e7\u00f5es e dos ciganos; educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3 nas catequeses das par\u00f3quias e no ensino das escolas p\u00fablicas e particulares; comunica\u00e7\u00e3o; liturgia e espiritualidade; bens culturais; situa\u00e7\u00e3o das fam\u00edlias e leigos mais comprometidos nos organismos eclesiais; coopera\u00e7\u00e3o internacional, em particular com as Igrejas dos pa\u00edses lus\u00f3fonos.<\/p>\n<p>10. Reiteramos a import\u00e2ncia da colabora\u00e7\u00e3o e partilha entre as Igrejas que falam portugu\u00eas e incentivamos uma liga\u00e7\u00e3o ativa entre os nossos encontros bienais, pedindo \u00e0 FEC a manuten\u00e7\u00e3o dessa rela\u00e7\u00e3o, em articula\u00e7\u00e3o com a presid\u00eancia em exerc\u00edcio.<\/p>\n<p>Ficou definido que o XVII Encontro de Bispos dos Pa\u00edses Lus\u00f3fonos se realizar\u00e1 em S\u00e3o Tom\u00e9 e Pr\u00edncipe, de 12 a 17 de janeiro de 2027.<\/p>\n<p>Lisboa e F\u00e1tima, 13 de setembro de 2025<\/p><\/blockquote>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre>Por Luiz Lopes Jr | Foto: Ag\u00eancia ECCLESIA\/OC<\/pre>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Bispos de oito pa\u00edses que falam a L\u00edngua Portuguesa estiveram reunidos de 9 a 12 de setembro, em Lisboa, para o XVI Encontro de Bispos dos Pa\u00edses Lus\u00f3fonos. Um dos objetivos do encontro foi partilhar a realidade e o futuro da Igreja em cada pa\u00eds. Do Brasil, participou dom Paulo Jackson, o arcebispo de Olinda e Recife (PE) e segundo vice-presidente da CNBB<\/p>\n","protected":false},"author":38,"featured_media":988820,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[1841,797],"tags":[],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/988818"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/38"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=988818"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/988818\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":988821,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/988818\/revisions\/988821"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/988820"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=988818"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=988818"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=988818"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}