{"id":990396,"date":"2025-10-24T13:08:42","date_gmt":"2025-10-24T16:08:42","guid":{"rendered":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/?p=990396"},"modified":"2025-10-24T13:12:52","modified_gmt":"2025-10-24T16:12:52","slug":"papa-autoriza-beatificacao-de-onze-novos-martires-nove-salesianos-poloneses-e-dois-sacerdotes-da-antiga-tchecoslovaquia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/papa-autoriza-beatificacao-de-onze-novos-martires-nove-salesianos-poloneses-e-dois-sacerdotes-da-antiga-tchecoslovaquia\/","title":{"rendered":"Papa autoriza beatifica\u00e7\u00e3o de onze novos m\u00e1rtires: nove salesianos poloneses e dois sacerdotes da antiga Tchecoslov\u00e1quia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">A Igreja ter\u00e1 onze novos beatos. Durante a audi\u00eancia concedida na manh\u00e3 desta sexta-feira, 24 de outubro, ao prefeito do Dicast\u00e9rio para as Causas dos Santos, cardeal Marcello Semeraro, o Papa Le\u00e3o XIV autorizou a promulga\u00e7\u00e3o dos decretos relativos ao mart\u00edrio de nove salesianos poloneses, mortos por \u00f3dio \u00e0 f\u00e9 entre 1941 e 1942, nos campos de concentra\u00e7\u00e3o de Auschwitz e Dachau, e de dois sacerdotes diocesanos da antiga Tchecoslov\u00e1quia, assassinados entre 1951 e 1952 em consequ\u00eancia da persegui\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica pelo regime comunista que passou a controlar o pa\u00eds ap\u00f3s a Segunda Guerra Mundial. Tamb\u00e9m foram promulgados os decretos que reconhecem as virtudes heroicas de quatro Servos de Deus, que assim se tornam Vener\u00e1veis: Maria Evangelista Quintero Malfaz, religiosa cisterciense; Angelo Angioni, sacerdote diocesano, fundador do Instituto Mission\u00e1rio do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria; Jos\u00e9 Merino Andr\u00e9s, sacerdote dominicano; Joaquim da Rainha da Paz, frade da Ordem dos Carmelitas Descal\u00e7os.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">M\u00e1rtires nos campos de concentra\u00e7\u00e3o nazistas<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os salesianos Jan \u015awierc, Ignacy Antonowicz, Ignacy Dobiasz, Karol Golda, Franciszek Harazim, Ludwik Mroczek, W\u0142odzimierz Szembek, Kazimierz Wojciechowski e Franciszek Mi\u015bka, religiosos comprometidos em atividades pastorais e educacionais, foram v\u00edtimas da persegui\u00e7\u00e3o nazista durante a ocupa\u00e7\u00e3o alem\u00e3 da Pol\u00f4nia, iniciada em 1\u00ba de setembro de 1939, desencadeada com particular veem\u00eancia contra a Igreja Cat\u00f3lica. Alheios \u00e0s tens\u00f5es pol\u00edticas da \u00e9poca, foram presos simplesmente por serem sacerdotes cat\u00f3licos. O tratamento\u00a0 a eles reservado reflete a particular implacabilidade reservada ao clero polon\u00eas, que foi perseguido e ultrajado. Nos campos de concentra\u00e7\u00e3o, os religiosos ofereceram conforto espiritual aos companheiros de pris\u00e3o e, apesar da humilha\u00e7\u00e3o e tortura sofridas, continuaram a expressar a pr\u00f3pria f\u00e9. Insultados em fun\u00e7\u00e3o de seu minist\u00e9rio, foram torturados e mortos, ou mesmo levados \u00e0 morte pelas condi\u00e7\u00f5es desumanas de pris\u00e3o. Conscientes de que seu minist\u00e9rio pastoral era considerado pelos nazistas como uma oposi\u00e7\u00e3o ao regime, continuaram seu trabalho apost\u00f3lico, permanecendo fi\u00e9is \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o, aceitando serenamente o risco de serem presos, deportados e mortos.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">M\u00e1rtires sob o regime comunista da tchecoslovaco<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os sacerdotes da Diocese de Brno, Jan Bula e V\u00e1clav Drbola, foram mortos em Jihlava por \u00f3dio \u00e0 f\u00e9. Ambos, devido ao seu zelo pastoral, eram considerados perigosos pelo regime comunista que havia se instaurado ent\u00e3o Tchecoslov\u00e1quia desde 1948 e que havia iniciado uma persegui\u00e7\u00e3o aberta \u00e0 Igreja. Preso em 30 de abril de 1951, v\u00edtima de uma conspira\u00e7\u00e3o da pol\u00edcia secreta de Estado, Bula, apesar de estar preso, foi acusado de inspirar o assassinato de v\u00e1rios oficiais comunistas em Babice em 2 de julho de 1951. Julgado e condenado \u00e0 morte, ele foi enforcado em 20 de maio de 1952, na pris\u00e3o de Jihlava. Drbola, preso por fraude em 17 de junho de 1951, tamb\u00e9m acusado do assassinato de Babice enquanto estava detido na mesma pris\u00e3o, foi condenado \u00e0 morte e executado em 3 de agosto de 1951. Enganados e presos em uma armadilha armada por falsas testemunhas, os dois sacerdotes foram submetidos a viol\u00eancia e tortura que levaram a uma distor\u00e7\u00e3o dos acontecimentos e \u00e0 assinatura for\u00e7ada de falsas confiss\u00f5es de culpa. Portanto, v\u00edtimas de julgamentos de fachada, eles foram condenados \u00e0 morte. Conscientes dos perigos que corriam no dram\u00e1tico contexto de avers\u00e3o \u00e0 Igreja, e apesar da dureza da pris\u00e3o e das torturas sofridas, aceitaram o seu destino com f\u00e9 e confiante abandono \u00e0 vontade de Deus, como atestam as cartas escritas antes da sua execu\u00e7\u00e3o e o testemunho do sacerdote chamado a ouvir a confiss\u00e3o de Jan Bula.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Os quatro novos vener\u00e1veis<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Com os decretos promulgados nesta sexta-feira, s\u00e3o quatro os novos Vener\u00e1veis: Maria Evangelista Quintero Malfaz, que viveu entre os s\u00e9culos XVI e XVII. Nascida em Cigales, Espanha, em 6 de janeiro de 1591, em uma fam\u00edlia profundamente crist\u00e3. \u00d3rf\u00e3 de ambos os pais, seguiu sua voca\u00e7\u00e3o religiosa e ingressou no Mosteiro cisterciense de Santa Ana, em Valladolid. Exemplar no cumprimento das tarefas que lhe foram confiadas, teve experi\u00eancias m\u00edsticas, que relatou por escrito, guiada por seus confessores, Gaspar de la Figuera e Francisco de Vivar. Em 1632, ap\u00f3s a funda\u00e7\u00e3o de um mosteiro cisterciense em Casarrubios del Monte, na prov\u00edncia de Toledo, foi enviada \u00e0 nova comunidade e tornou-se sua abadessa em 27 de novembro de 1634, incentivando uma vida de ora\u00e7\u00e3o e contempla\u00e7\u00e3o. Continua a ter experi\u00eancias m\u00edsticas, que deixam marcas vis\u00edveis em seu exterior. Em 1648, sua sa\u00fade piora. Acometida por uma doen\u00e7a grave, ela faleceu em 27 de novembro do mesmo ano. Sepultada na Sala Capitular do Mosteiro, cinco anos depois, ap\u00f3s um exame, seus restos mortais foram encontrados incorruptos, enquanto sua fama de santidade crescia. O di\u00e1logo constante com Deus foi o elemento dominante de sua jornada espiritual, levando-a a perceber a necessidade de se oferecer como v\u00edtima com Cristo pela convers\u00e3o de seus irm\u00e3os pecadores. Ela praticou ardentemente as virtudes teologais, confiando no Senhor para enfrentar as dificuldades da vida, e suportou pacientemente a adversidade e a fragilidade f\u00edsica. Ela tamb\u00e9m praticou a caridade para com Deus, comprometendo-se a cumprir Sua vontade em todas as circunst\u00e2ncias com grande humildade.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Pe. Angelo Angioni<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Angelo Angioni, sacerdote diocesano, nasceu em 14 de janeiro de 1915, em Bortigali, Sardenha, em uma fam\u00edlia numerosa. Passou a inf\u00e2ncia em um ambiente caracterizado por uma forte f\u00e9 religiosa. Finalizados os estudos no semin\u00e1rio, foi ordenado sacerdote em 31 de julho de 1938. Ap\u00f3s servir por 10 anos como vig\u00e1rio e depois p\u00e1roco, em 1948 foi nomeado reitor do Semin\u00e1rio diocesano de Ozieri e trabalhou para estabelecer uma comunidade diocesana de sacerdotes oblatos, consagrados \u00e0s miss\u00f5es populares e estrangeiras, seguindo o exemplo do Beato Paolo Manna.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como sacerdote\u00a0<i>fidei donum<\/i>\u00a0\u00e9 enviado a S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto, onde realiza seu ideal mission\u00e1rio, empenhando-se n\u00e3o apenas na pastoral, mas tamb\u00e9m nos campos social e educacional, favorecendo a cria\u00e7\u00e3o de uma escola paroquial e fundando o Instituto Mission\u00e1rio do Imaculado Cora\u00e7\u00e3o de Maria, formado por sacerdotes, di\u00e1conos, religiosas contemplativas e leigos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Gra\u00e7as \u00e0 sua iniciativa, foram constru\u00eddas igrejas, capelas, casas de retiro, resid\u00eancias religiosas, espa\u00e7os para idosos e para atividades paroquiais. Produziu tamb\u00e9m muitos op\u00fasculos informativos, impressos na gr\u00e1fica que havia organizado no Instituto Mission\u00e1rio por ele fundado. Entre suas \u00faltimas atividades apost\u00f3licas e mission\u00e1rias, destaca-se a cria\u00e7\u00e3o de um Instituto de Ci\u00eancias Religiosas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sua intensa atividade pastoral foi interrompida por dois derrames, em 2000 e 2004, que o deixaram gravemente debilitado. Sua vida terrena terminou em 15 de setembro de 2008. Seu apostolado refletia seu amor ao Senhor e seu zelo em transmiti-lo \u00e0queles confiados aos seus cuidados pastorais. Ao longo de sua vida, viveu a pobreza, segundo o exemplo evang\u00e9lico, possuindo apenas o m\u00ednimo necess\u00e1rio.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Jos\u00e9 Merino Andr\u00e9s<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Jos\u00e9 Merino Andr\u00e9s desenvolveu sua voca\u00e7\u00e3o por meio da vida paroquial e da A\u00e7\u00e3o Cat\u00f3lica. Nasceu em Madri, Espanha, em 23 de abril de 1905, e ingressou no convento dominicano de San Esteban, em Salamanca, em 22 de julho de 1933. Seis anos depois, foi ordenado sacerdote e enviado ao convento de La Felguera, nas Ast\u00farias, e posteriormente ao convento de Nuestra Se\u00f1ora de Atocha, em Madri. Dedicou-se intensamente \u00e0 prega\u00e7\u00e3o da Palavra de Deus e \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o dos sacramentos e, em 1949, foi enviado ao M\u00e9xico, onde se dedicou \u00e0s miss\u00f5es populares. Chamado de volta \u00e0 sua terra natal para assumir o cargo de mestre de novi\u00e7os, estabeleceu-se em Pal\u00eancia e ali iniciou a fase mais longa e frut\u00edfera de seu minist\u00e9rio sacerdotal, formando mais de 700 jovens entre 1950 e 1966. Apesar de sua sa\u00fade cada vez mais prec\u00e1ria, dedicou suas energias restantes \u00e0 prega\u00e7\u00e3o popular. Faleceu em 6 de dezembro de 1968. Religioso exemplar, destacou-se nas miss\u00f5es por sua prega\u00e7\u00e3o vibrante e espiritualmente poderosa, al\u00e9m do tempo dedicado \u00e0 ora\u00e7\u00e3o. Em seu apostolado, sempre demonstrou firme esperan\u00e7a e constante confian\u00e7a na miseric\u00f3rdia divina, demonstrando sua fervorosa devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Virgem Maria. Praticou a caridade para com os outros e sempre viveu a obedi\u00eancia aos seus superiores com humildade e esp\u00edrito de pobreza.<\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\">Gioacchino della Regina della Pace (Joaquim da Rainha da Paz)<\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Batizado Leone Ramognino, Gioacchino della Regina della Pace, \u00e9 origin\u00e1rio de Sassello, prov\u00edncia de Savona, onde nasceu em 12 de fevereiro de 1890. Seu nome de batismo foi dado em homenagem ao ent\u00e3o Papa Le\u00e3o XIII. Cresceu em uma fam\u00edlia muito religiosa e se envolve bastante na par\u00f3quia. Trabalhou como carpinteiro e, mais tarde, serviu como cabo na Primeira Guerra Mundial, destacando-se na constru\u00e7\u00e3o de pontes e canais nos rios Isonzo e Piave, o que lhe rendeu a honraria de Cavaleiro de Vittorio Veneto. Ao retornar a Sassello, colaborou com o p\u00e1roco na funda\u00e7\u00e3o do Circolo San Luigi para a educa\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as, tornou-se membro ativo da Sociedade de Socorros M\u00fatuos de Santo Afonso Maria de Lig\u00f3rio e ajudou a fundar um grupo de exploradores cat\u00f3licos em sua cidade natal. Trabalhou na constru\u00e7\u00e3o do Santu\u00e1rio em homenagem \u00e0 Rainha da Paz no Monte Beigua e, em 1927, tornou-se seu guardi\u00e3o. Viveu aqui por cerca de dez anos como eremita, mas sempre dispon\u00edvel para acolher peregrinos, e foi aqui que sua voca\u00e7\u00e3o religiosa se desenvolveu. Em 1951, ingressou no convento dos Carmelitas Descal\u00e7os do Deserto de Varazze e continuou a se dedicar ao Santu\u00e1rio da Rainha da Paz, onde permaneceu como cust\u00f3dio at\u00e9 sua morte em 25 de agosto de 1985, aos 95 anos. Passava muitas horas em ora\u00e7\u00e3o e medita\u00e7\u00e3o diante do Sacr\u00e1rio e cultivava uma profunda devo\u00e7\u00e3o a Nossa Senhora, considerando uma b\u00ean\u00e7\u00e3o ser cust\u00f3dio de um santu\u00e1rio a ela dedicado. Caridoso para com todos, dava exemplo aos jovens novi\u00e7os com sua intensa vida de ora\u00e7\u00e3o, seu sorriso acolhedor e sua bondade, e o povo o chamava de &#8220;Ninu u santu&#8221;.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<pre>Por Tiziana Campisi | Vatican News | Cidade do Vaticano<\/pre>\n<div>\n<div class=\"article__embed article__embed--unwrap article__embed--photo\">\n<div class=\"photo_embed--Title\" style=\"text-align: justify;\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Papa Le\u00e3o XIV autorizou a promulga\u00e7\u00e3o dos decretos relativos ao mart\u00edrio de nove salesianos poloneses, mortos por \u00f3dio \u00e0 f\u00e9 entre 1941 e 1942, nos campos de concentra\u00e7\u00e3o de Auschwitz e Dachau, e de dois sacerdotes diocesanos da antiga Tchecoslov\u00e1quia, assassinados entre 1951 e 1952 em consequ\u00eancia da persegui\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja Cat\u00f3lica <\/p>\n","protected":false},"author":141,"featured_media":990400,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","theme-transparent-header-meta":"default","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":""},"categories":[50,1851],"tags":[6155,5421,5988],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/990396"}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/users\/141"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/comments?post=990396"}],"version-history":[{"count":12,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/990396\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":990414,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/posts\/990396\/revisions\/990414"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media\/990400"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/media?parent=990396"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/categories?post=990396"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.cnbb.org.br\/cnbb-app\/wp\/v2\/tags?post=990396"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}