Pastoral da Criança participa da Semana da Primeira Infância Quilombola

Inúmeras informações retratam as mazelas que afetam crianças e adolescentes brasileiros, mas, entre eles, um grupo que enfrenta, em pleno 2023, escassez seculares: os quilombolas.  Para mudar esta realidade, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) abriu a Semana da Primeira Infância Quilombola, em União dos Palmares, Alagoas, na segunda-feira (13/11), e estendeu-se até sábado (18/11) com ações em benefício da comunidade quilombola.

O evento será o primeiro de uma série de semanas dedicadas a infâncias diversas, capitaneadas pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e realizadas em parceria com os poderes Executivo, Legislativo e a sociedade civil, promovendo um mutirão de serviços da Justiça Itinerante, rodas de conversa, oficina sobre prevenção à violência doméstica, palestras, mesas redondas, serviços de saúde, educação e assistência social.

A Pastoral da Criança teve a oportunidade de apresentar na prática a ação mais importante da missão: a visita domiciliar usando o aplicativo Pastoral da Criança + gestantes. “Na ocasião oportuna, a equipe organizadora e parceiros, além de acompanharem se encantaram com as orientações sobre saúde, educação, prevenção de acidentes, aleitamento materno, pré-natal e todos os indicadores de oportunidades e conquistas que o aplicativo gera para as famílias, principalmente as gestantes e crianças de zero a seis anos”, destaca Maria Martiniano, membro técnico da Pastoral da Criança, que está participando da cerimonia.

“Houve o momento da ação brinquedos e brincadeiras onde as líderes e a comunidade propiciaram “oficina de barro” como resgate da brincadeira e cultura da comunidade Muquem”, explica.

Maria ressalta que o ponto forte é a necessidade da atenção especial a infância quilombola com destaque que a criança seja prioridade nas políticas públicas. “Apresentamos todo o conteúdo do aplicativo Pastoral da Criança e enfatizamos a formação contínua dos líderes para atuarem nas diversas situações, como a criança prematura, intolerância religiosa, citamos, também, o e-Espiritualidade, e-Alimentação, e-Brinquedos e Brincadeiras a fim de incentivar e proporcionar o brincar e os demais”, finaliza.

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