Representantes da Pastoral da Juventude são apresentadas durante reunião do Conselho Episcopal Pastoral

A secretária nacional da Pastoral da Juventude, Wanessa Freire, e a representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no Conselho Nacional da Juventude (Conjuve), Sarah Suzan, estiveram presentes na reunião do Conselho Episcopal Pastoral, o Consep, no período da manhã, para um momento de fala e apresentação dos trabalhos da juventude. As duas foram apresentadas aos bispos pelo presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Vilsom Basso.

Dom Vilsom Basso (à esquerda), Wanessa (ao centro) e Sarah (à direita)

Wanessa destacou o trabalho realizado pela Pastoral da Juventude, principalmente no âmbito da defesa da vida dos jovens e dos grupos de jovens, aspectos presentes nas atuais Diretrizes da Pastoral.

De acordo com ela, as Diretrizes prevêem o fortalecimento de grupos de jovens e campanhas contra a violência e o extermínio de jovens, iniciativas que já vêm sendo realizadas. Ela também destacou que as prioridades da Comissão para o triênio (2024-2027) são ações voltadas para a Casa Comum, meio ambiente e a vida da juventude.

A secretária nacional da Pastoral da Juventude salientou, ainda, a boa relação existente com a Comissão Episcopal para a Juventude, especialmente no que tange às linhas de atuação. Wanessa explicou que inclusive o plano trienal da Pastoral Juvenil,  o projeto “Ao Seu Lado”, foi resultado de uma intensa e frutífera escuta feita pela Comissão Episcopal em todo o Brasil, especialmente com a participação dos assessores, padres e bispos referenciais dos regionais da CNBB.

“A Comissão tem estado muito próxima da gente e construindo junto, então a gente tem a presença dos assessores nas nossas atividades e trabalhando sempre nessas linhas do Projeto “Ao seu Lado” junto com as Diretrizes que estão em sintonia”, disse .

Participação da juventude no Conselho de Políticas Públicas

Durante a reunião, Sarah Suzan foi apresentada como representante da CNBB no Conselho Nacional da Juventude, o Conjuve. Ela falou sobre a felicidade e o desafio de estar presente em um ambiente de muitas construções com várias expressões juvenis. “Marcar presença enquanto CNBB precisa ser um legado que a gente tem que deixar”, disse. 

Ela salientou, ainda, a importância da CNBB ter essa cadeira garantida no Conjuva, pois “mostra um olhar cuidadoso da igreja para com os jovens”.

“O Conselho é um espaço de controle social, de pensar a vida das juventudes, pensar diretrizes para as juventudes, pensar política pública para as juventudes também, que é muito importante, que garante vida, dignidade, esperança e sonhos para os nossos meninos e meninas, então vai ser um trabalho desafiador, mas com fé em Deus a gente vai seguir firme na missão”, garantiu.

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