“Como fazer para começar a PU em nossa diocese ou Universidade? Qual a melhor maneira de iniciarmos um grupo de PU? Qual o material que vocês têm para nos ajudar a fazer PU?”
Estas e outras perguntas nos chegam a cada momento. Elas traduzem uma demanda objetiva por PU. É verdade que na CNBB temos muita coisa publicada, temos até um “kit – PU” que segue para todos que solicitam material. São relatórios, textos conceituando PU, o “Roteiro de Estudos”, etc. Mas falta alguma coisa!
Por outro lado, temos consciência de nosso tamanho. Para a PU, quantidade nunca foi questão fundamental. Nossos objetivos fundamentais e nossa metodologia, implicam em um “formato” de pastoral baseado em pequenas comunidades que se fazem instrumento para atingirmos todo o mundo universitário. Todavia, tem crescido entre nós a consciência de que precisamos aumentar quantitativamente. Primeiro porque vamos sentindo o ambiente universitário cada vez mais acolhedor à propostas religiosas; depois, temos descoberto que o crescimento quantitativo é um elemento importante na evangelização na mediada em que infere diretamente na visibilidade de nossa experiência; por último, porque estamos certos que a opção por aumento da quantidade não exclui nem confronta-se com a afirmação de nossa identidade. E para multiplicar o número de grupos/comunidades, procurando atingir uma percentagem mais significativa da população universitária do país, precisamos de um bom instrumental.
