Dom Ricardo Hoepers recebe a visita da ex-embaixadora do Brasil em Omã, Ligia Maria Scherer

O bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Ricardo Hoepers, recebeu, na manhã desta terça-feira, 2 de junho, a visita da ex-embaixadora do Brasil em Omã, Ligia Maria Scherer.

A diplomata aposentada estava acompanhada do padre Nilton César Boni, atual reitor do Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Taguatinga (DF), e oriundo de Curitiba (PR), assim como Ligia.

Na oportunidade, a ex-embaixadora contou de sua experiência desempenhada “nos vários quadrantes do mundo”, com atuações nos cinco continentes. Ligia esteve a serviço nas embaixadas brasileiras em Roma, Tóquio, Washington, Tel Aviv e Dili, além de divisões e representações do país em outras partes do mundo. Foi embaixadora em Moçambique e em Omã.

Durante a visita, também contou de projetos que podem ser desenvolvidos com o apoio da Igreja Católica.

Em entrevista ao Portal da CNBB, a ex-embaixadora destacou da atuação as funções de representar o Brasil, atender os brasileiros e fazer o melhor entre o país em que o diplomata está e o Brasil. Em situações de conflito e vulnerabilidade, que pôde perceber em sua carreira, a atuação passa, segundo Ligia, por atitudes de “muita empatia e compaixão com o sofrimento e prestando o auxílio máximo, o melhor que o Brasil pode”.

Ligia Scherer recordou da posição do Brasil no campo das Relações Exteriores, “sempre fundamentada no Direito Internacional, no Direito Internacional Humanitário” e a colaboração do país em prestar assistência “em tudo o que pode às situações de mais fragilidade, vulnerabilidade”.

“Uma experiência como brasileira, como diplomata em lugares mais conturbados é essa, de estar ali e fazer o melhor pelas relações entre o Brasil e aquele país e muito, muito importantíssimo atender os brasileiros – essa é uma grande prioridade nossa da Diplomacia Brasileira: atender os brasileiros em todas as situações e, claro, em situações de conflito. Quantas vezes o Brasil promove repatriação de brasileiros – o Brasil é exemplar”, contou.

 

Luiz Lopes Jr. | Fotos: Fiama Tonhá

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