Dom Demétrio Valentini
Bispo de Jales (SP)
Ter sede é mais importante do que ter fome. Podemos ficar 40 dias sem comer, dizem os místicos. Mas não podemos passar este tempo todo sem beber.
Dom Demétrio Valentini
Bispo de Jales (SP)
Ter sede é mais importante do que ter fome. Podemos ficar 40 dias sem comer, dizem os místicos. Mas não podemos passar este tempo todo sem beber.
Dom Pedro José Conti
Bispo de Macapá (AP)
Toda sexta feira, pela manhã, os fiéis de uma sinagoga sabiam que o rabino deles estava ausente. Não adiantava procurá-lo em casa ou no templo. Simplesmente sumia. Para onde ia ninguém tinha a menor ideia. Sobre isso, ele não falava. À tarde, voltava. Desconfiados com essa atitude do rabino, os fiéis decidiram descobrir seu segredo e colocaram uma pessoa de confiança para segui-lo. Queriam saber com quem ele se encontrava e se por acaso, por ser um homem piedoso, se encontrava com o próprio Deus. Como tinham combinado, ao entardecer daquele dia, todos estavam reunidos antes que o rabino chegasse para a cerimônia do sábado.
Dom Redovino Rizzardo
Bispo de Dourados (MS)
Se alguém duvida da existência do Diabo talvez seja porque nunca foi vítima de assaltos e estupros, roubos e sequestros, mentiras e calúnias, torturas físicas e psicológicas – ou de qualquer outra injustiça. Ou então uma pessoa que não tem filhos drogados nem cônjuges alcoólatras. Alguém que não precisa passar horas, dias e meses nas filas de espera ou nos corredores de um hospital. Por fim – para não prolongar a ladainha e a procissão – quem ainda não foi atingido pela corrupção generalizada e institucionalizada que oprime em toda a parte.
Dom Walmor Oliveira de Azevedo
Arcebispo de Belo Horizonte (MG)
A estrutura da cultura no âmbito da sociedade é um tecido sustentador e definidor de práticas, de dinâmicas, funcionamentos, escolhas pessoais e coletivas. É o conjunto de tudo o que configura a vida de um povo, com força para definir modos, escolhas, estilo de vida, e, particularmente, a mentalidade que emoldura o jeito de ser.
Dom Orani João Tempesta
Arcebispo do Rio de Janeiro (RJ)
Uma semana nos separa do trágico acontecimento que parou a cidade do Rio de Janeiro e abalou o Brasil. Neste dia 2 de Fevereiro, as 10 horas, em nossa Catedral Metropolitana de São Sebastião celebraremos pelos falecidos a missa de sétimo dia. Tempo insuficiente para enxugar as lágrimas que ainda correm pelos rostos de todos nós: amigos, colegas e familiares das vítimas. Para uns, é um período difícil preenchido por sofrimento, dor e vazio. Para outros, que conseguiram sobreviver, é um renascer. Para todos, é um momento de oração e de elevar nossas almas a Deus e pedir forças para conseguir carregar esta carga pesada e difícil. Nós pensamos com todos os que passam diante do local: qualquer um de nós poderia ter estado lá naquele momento.
Dom José Alberto Moura,
Arcebispo Metropolitano de Montes Claros (MG)
Nossa caminhada terrena é cheia de altos e baixos em relação a nosso anseio de bem estar e realização humana. Desafios acontecem, problemas, decepções, limites físicos, psíquicos e espirituais, tanto a nível pessoal quanto ao social.
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo (SP)
No dia 2 de fevereiro a Igreja comemora a Apresentação do Senhor no templo, conforme nos narra o evangelista São Lucas (cf Lc 2,22-40). Trata-se de um dos “mistérios” da infância de Jesus, ainda com sabor de Natal; por esse motivo, o Papa João Paulo II queria que o presépio, na Praça de São Pedro, fosse desfeito apenas após o dia 2 de fevereiro...
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto (SP)
Numa visão antiga, que vem sendo muito retomada nos últimos tempos, é a ideia de que Deus recompensa os bons e castiga os maus nesta vida. O que está claro é que a vida humana vive de altos e baixos, de alegrias e sofrimentos, o que constitui um mistério.
Dom Aloísio Roque Oppermann
Arcebispo de Uberaba (MG)
Todos nós gostaríamos de exclamar: “não tenho inimigos! Dou-me muito bem com todos”! A realidade nos mostra que, via de regra, todos temos uma pedra no sapato. Há sempre alguém que nos espicaça e nos tira o bom humor. Na maior parte das vezes é por motivos fúteis. Alguém é frontalmente contra nós por causa do nosso jeito; porque a nossa fisionomia lembra a de um conhecido adversário; porque deixamos de atender um pedido que envolvia corrupção; porque não somos do partido tal... Posso dizer, pessoalmente, que despertei vários inimigos irreconciliáveis, por ter tomado posição em favor daquilo que é ensinamento de Cristo. Outras vezes não foi possível atender uma solicitação, inteiramente de interesse pessoal, por contrariar o bem comum.
Dom Eurico dos Santos Veloso
Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)
Ao tratar do objetivo e destino do Catecismo da Igreja Católica, “texto de referência seguro e autêntico para o ensino da doutrina católica”, seus elaboradores, em nome do Santo Padre o Papa João Paulo II, que promulgou a obra, afirmam que a obra é destinada, em primeiro lugar, aos bispos, doutores da fé e pastores da Igreja. A eles cabe o ofício de ensinar o povo de Deus.
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