Dom Ricardo recebe equipe da Confederação Nacional das Congregações Marianas do Brasil

O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Ricardo Hoepers, recebeu na manhã desta sexta-feira, 27 de março, a visita institucional da Confederação Nacional das Congregações Marianas no Brasil. O grupo foi liderado pelo presidente da instituição, Orlando Carlos Mendonça de Oliveira, e contou com a presença do cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo emérito de Aparecida (SP) e assistente eclesiástico nacional da confederação.

De acordo com Orlando Carlos, a Confederação das Congregações Marianas do Brasil está no processo de atualização de seu estatuto, com aprovação prevista para novembro. Na preparação do texto, a presidente da Comissão Estatutária, a conselheira Luci Salles, e o coordenador jurídico, Cláudio Miguel, acompanharam o presidente da Confederação para apresentar o processo à CNBB e receber as orientações canônicas necessárias.

O cardeal Damasceno agradeceu a dom Ricardo por ter acolhido a Confederação Nacional dos Congregações Marianas do Brasil e pelas orientações recebidas no processo de atualização do estatuto e da regra de vida, os quais serão apreciados pela Conferência Episcopal.

Os representantes da confederação entregaram a dom Ricardo a fita de congregado mariano, assim como fizeram em outubro do ano passado em Roma, quando levaram a insígnia ao Papa Leão XIV, durante o Jubileu.

 

Presença no apoio aos padres e bispos

Com 67 federações presentes nas dioceses brasileiras e outras 23 congregações marianas isoladas, ligadas diretamente à Confederação Nacional, os congregados marianos atuam nas dioceses e arquidioceses dando apoio aos bispos e aos párocos.

“Nossa missão é o caminho da santidade, estar ao lado dos padres. Nós buscamos a santidade apoiando os bispos e os padres Brasil afora”, destaca Orlando Carlos.

Dom Raymundo Damasceno destaca que as congregações marianas são um instrumento que está na paróquia para colaborar com o pároco nas pastorais.

“A espiritualidade é mariana, mas as congregações não tem uma atividade específica, trabalham em qualquer frente que o padre decidir, que o bispo decidir no campo da pastoral. É um enriquecimento para as paróquias, para as dioceses onde elas são instituídas e acolhidas é um reforço muito grande na pastoral”.

O cardeal conta que as congregações marianas foram criadas em Roma, no Colégio Romano, no século XVI e que foram trazidas para o Brasil pelos jesuítas. “Hoje estão pujantes, crescendo”, ressalta.

Atualmente, há o trabalho com os “marianinhos”, congregados marianos crianças, adolescentes e jovens e estão presentes em várias dioceses e paróquias do país.

 

Luiz Lopes Jr | Fotos: Paulo Augusto Cruz/CNBB

 

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