Estudo de Joana T. Puntel sobre o 43º Dia Mundial das Comunicações

É sempre importante mencionar a origem e trajetória do Dia Mundial das Comunicações a fim de que se crie uma cultura sobre a profundidade de um “mandato” da

Igreja, e que passa despercebido, inclusive, por vários setores da Instituição. Trata‐se de algo solicitado pelo Concílio Vaticano II, quando a Igreja, levando em consideração as profundas transformações da sociedade e avanços na área tecnológica em todos os setores, percebeu, também, o seu “despreparo” neste campo. Assim, a ela entendeu que, a respeito da comunicação, não bastava apenas a profissionalização e competência técnica no uso dos meios, mas o compreender a evolução da comunicação, na suas mais diferentes expressões, como linguagem, cultura e, sobretudo, como elemento articulador da sociedade.

Encontramos, então, no Decreto Inter Mirifica (n.18) “Para reforçar o variado apostolado da Igreja por intermédio dos meios de comunicação social celebre‐se anualmente, nas dioceses do mundo inteiro, um dia dedicado a ensinar aos fiéis seus deveres no que diz respeito aos meios de comunicação, a se orar pela causa e a recolher fundos para as iniciativas da Igreja nesse setor, segundo as necessidades do mundo católico”.

Com a finalidade de levar adiante a atenção‐ação nesse importante setor da comunicação, e lembrando o reconhecimento que o decreto Inter Mirifica (Concílio Vaticano II) externara sobre a importância da comunicação, o Papa Paulo VI, cria, em 1964, através do documento In fructibus multis, a Pontifícia Comissão para as Comunicações Sociais, com a finalidade de coordenar e estimular a realização das propostas dos Padres Conciliares.

Confira a íntegra do Estudo de Joana Puntel sobre o 43º Dia Mundial das Comunicações.

Tags: