CCM

O curso tem como público-alvo leigos e leigas, seminaristas, consagrados e consagradas, ministros ordenados (presbíteros, diáconos, bispos), especialmente membros dos conselhos missionários e das POM, Institutos seculares, associações, congregações, novas comunidades e agentes de pastoral com graduações reconhecidas pelo MEC
O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, dom Joel Portella Amado, presidiu a celebração de abertura do curso, dia 5 de abril. No curso que vai até o dia 1º de julho, os participantes farão, no primeiro módulo, uma imersão na língua Portuguesa e também estudarão formação do povo, a cultura brasileira e a caminhada da Igreja no Brasil
A formação vai acontecer de forma online, de 18 a 22 de abril, das 19h30 às 21h. O curso tem o objetivo de "Introduzir a compreensão da Teologia Litúrgica e a sua relação com a dimensão missionária da Igreja e oferecer elementos teológicos e litúrgicos tendo em vista a pastoral litúrgica e o exercício da atividade missionária da Igreja". Inscrições no site do CCM
Padre Marco Testa visitou a sede da CNBB e também esteve no Centro Cultural Missionário (CCM), onde pôde trocar experiências sobre o funcionamento das casas de formação e fazer um “Intercâmbio de ideias e experiências” com o diretor da casa de formação brasileira, padre Djalma Antônio da Silva
Participaram 21 pessoas, entre padres, seminarista, leigos e religiosas e religiosos. Os dois últimos dias do curso foram marcados por partilhas sobre os aprendizados, testemunhos e o envio simbólico, mesmo que virtual. Dom Odelir Magri e irmã Maria Inês Ribeiro conduziram partilhas de experiências de vida e missão
O bispo de Chapecó (SC) presidente da Comissão para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB e presidente do Comina, dom Odelir José Magri, participou do encerramento, nesta quinta-feira (16). Segundo o bispo, “esse curso diretamente ligado à Amazônia nos coloca nessa sintonia bonita do Sínodo, do pós-sínodo e deste olhar de uma igreja em saída, que olha para as realidades de fronteiras, seja no contexto do nosso Brasil, mas também para as realidades de missão”